Um só cadastro, uma só comanda, uma só impressão — em três suítes que você combina como sua casa precisa.
Antes de falar em suítes, existe o núcleo: comanda, pedido e impressão. Esses três estão presentes em qualquer degrau, e são sempre os mesmos — não mudam de nome nem de comportamento de um plano para outro.
O pedido que nasce no QR da mesa é o mesmo que chega no celular do garçom e na cozinha. Não são três sistemas conversando entre si; é um só, olhado de três telas diferentes.
Isso importa na prática: quando você soma uma suíte nova, não recadastra prato, não recadastra mesa, não recadastra cliente. O que já existe continua valendo, e o módulo novo só passa a enxergar o que já estava lá.
Os planos são cumulativos: cada um contém o anterior inteiro. A casa que só quer tirar o pedido do papel começa pelo One; quando o caixa começar a pedir, sobe para o Plus; quem quiser saber o custo real de cada prato sobe para o Ultra. Subir é a mesma instalação com mais telas liberadas — nada se recadastra.
O cardápio chega ao cliente sem ele instalar nada, e o pedido chega à cozinha sem passar pelo papel.
O posto de quem fecha a conta e cuida do salão o dia inteiro.
Quanto custa de verdade cada prato — não o que a planilha acha, o que a última compra mostrou.
A nota fiscal eletrônica não é de uma suíte só, é do sistema inteiro: qualquer venda emite NFC-e, com contingência automática se a rede cair no meio do dia e reenvio sozinho depois. A taxa da maquininha fica registrada no momento do pagamento — mudou a taxa amanhã, o relatório de ontem continua certo.
Isso não é uma lista de recursos no papel: o Gustora já roda em produção, puxando comanda e caixa de um restaurante de verdade, todos os dias.
Dos dezesseis módulos da operação, apenas dois falam com a internet — nota fiscal e pagamento. Os outros catorze continuam exatamente como antes.
Um teste automático reprova o sistema se algum módulo de operação passar a depender da rede.
O sistema roda na nuvem ou no computador da própria casa — é o mesmo programa nos dois casos. E grava local, no SQLite da máquina do caixa, então a comanda, a cozinha e o caixa continuam funcionando mesmo sem internet nenhuma.
Não necessariamente. O sistema roda na nuvem ou no computador que já está na sua casa — é o mesmo programa nos dois casos.
Comanda, cozinha, caixa e salão continuam funcionando normalmente. Só a nota fiscal e o pagamento dependem da rede — e quando a conexão volta, as notas emitidas em contingência são reenviadas sozinhas.
Sim. Cada suíte cobre uma frente diferente e você entra por onde sua casa precisa — o cadastro, a comanda e a impressão são os mesmos em todas.
Localmente, na máquina do caixa, em SQLite. Se você optar por rodar na nuvem, os dados seguem lá também — mas a operação do dia a dia não depende disso para continuar.
Não. O pedido é feito pelo celular do garçom, com observação por prato e por pessoa. O cliente pede pelo QR da mesa ou pelo tablet, e cai direto na comanda.
O caixa tem sangria, suprimento e fechamento cego: quem fecha o turno conta o dinheiro sem ver o que o sistema esperava, e a diferença só aparece depois — assim ela significa alguma coisa.
Já roda em produção, numa casa de verdade, puxando comanda, caixa e cozinha no dia a dia. Não é uma demonstração.
Chama no WhatsApp e a gente mostra o Gustora funcionando numa casa de verdade.