Cardápio no QR, comanda no celular do garçom, conta dividida sem fila no caixa.
É sexta à noite. A mesa 12 tem oito pessoas, o jantar já foi servido e agora vem a parte que atrasa o salão inteiro: "pode separar a conta?" Cada um pediu coisas diferentes, um dividiu uma entrada, outro só bebeu. No papel, isso é meia hora de conta na calculadora enquanto a próxima mesa espera para sentar.
No Gustora, cada prato já entrou na comanda com o nome ou o lugar de quem pediu. Fechar por pessoa é separar o que já está lançado — não é recalcular do zero. E se três deles decidirem fechar juntos e o resto separado, o sistema junta ou divide na hora, sem reimprimir nada.
Isso não é um recurso escondido num menu de configuração. É o motivo pelo qual a comanda existe.
O cliente lê o QR na mesa. O cardápio abre no celular dele, sem baixar aplicativo e sem cadastro. O que ele escolhe cai direto na comanda do garçom — e o garçom também pode lançar pelo próprio celular, sem voltar ao balcão para digitar de novo.
Fotos, descrições e observação por pessoa em cada item — sem o sotaque perdido da comanda de papel.
Cada mesa no lugar real do salão. Quem está ocupada, quem já pode receber o próximo grupo, num olhar.
Quem fecha o turno conta o dinheiro sem ver o que o sistema esperava. A diferença aparece depois — e é aí que ela serve para alguma coisa.
Tem restaurante que quer o sistema rodando na nuvem, tem outro que prefere manter tudo no computador da própria casa. O Gustora roda dos dois jeitos, e é o mesmo programa — não uma versão reduzida para quem escolhe ficar local.
De qualquer forma, a gravação acontece na máquina do caixa, num banco local. Isso não muda com a escolha de nuvem ou computador próprio: é o motivo pelo qual a queda de internet não é um problema do dia a dia, é só mais uma sexta-feira normal.
No fim do turno, o relatório sai por dia e por turno — não é preciso esperar o fechamento do mês para saber como foi a noite.
O aparelho do garçom, o tablet da mesa, o computador do caixa — nenhum deles carrega o preço. Cada um manda só o que foi escolhido; quem soma é o servidor, com o valor que está cadastrado. Ninguém consegue pedir um prato mais barato adulterando o celular.
Dos dezesseis módulos da operação, apenas dois falam com a internet — nota fiscal e pagamento. Os outros catorze continuam gravando normalmente se a rede cair no meio do jantar. Um teste automático reprova o sistema se algum módulo de operação passar a depender da rede.
E quando a nota fiscal não consegue falar com a SEFAZ na hora, ela é emitida em contingência e reenviada sozinha depois. Ninguém segura a mesa esperando o governo responder.
A taxa da maquininha também fica gravada no momento do pagamento. Se a credenciadora mudar o percentual amanhã, o relatório de ontem continua mostrando a taxa real daquela noite — ninguém precisa refazer conta depois para saber quanto ficou de custo em cartão.
Cardápio abre no celular dele, sem aplicativo. Escolhe, manda, pronto.
O pedido do cliente e o pedido lançado pelo garçom caem na mesma fila, sem digitar duas vezes.
Junta, separa por pessoa, o que for preciso — o que já foi lançado não muda, só a forma de somar.
Sangria, suprimento e fechamento cego. A diferença aparece no relatório do dia, não na hora do caos.
Sim. Cada item já entra na comanda ligado a quem pediu; fechar por pessoa é separar o que já está lançado, não montar uma conta nova.
Não. Ele lança pelo próprio celular e o pedido cai direto na comanda e na cozinha.
Não. O QR da mesa abre o cardápio direto no navegador do celular dele.
Não. Só nota fiscal e pagamento dependem da rede; comanda, cozinha e caixa continuam gravando na própria casa.
Quem fecha o turno conta o dinheiro sem ver o valor que o sistema esperava. A diferença só aparece depois, no relatório.
Não. Roda na nuvem ou no computador da própria casa — é o mesmo programa, e a gravação fica sempre na máquina do caixa.
Uma conversa de quinze minutos mostra o Gustora rodando de verdade, com comanda, salão e caixa juntos.