Mesa que cresce, rodada que não para, conta que precisa fechar certa mesmo com a casa lotada. É para isso que o Gustora existe no seu salão.
É assim que funciona um bar bom: gente chega, gente sai para fumar, gente troca de mesa para sentar perto de quem chegou por último. Cada rodada de chope, cada porção que entra no meio, cada drink que alguém pede "só pra mim, separado" — tudo isso precisa estar na comanda certa, na hora certa, sem o garçom voltar ao balcão para perguntar quem pediu o quê mesmo.
O problema não é o movimento. É o sistema que não acompanha o movimento.
O garçom lança o pedido no próprio celular, mesa a mesa, com observação por pessoa — quem quis a caipirinha mais forte, quem pediu sem gelo. O pedido cai direto na comanda e na cozinha ou no bar, sem passar pelo caixa. E o mapa do salão mostra a casa inteira: quais mesas estão ocupadas, quais acabaram de fechar, onde entrou gente nova.
Você monta o salão do seu jeito — mesas, balcão, área externa — e o caixa enxerga tudo de uma vez, mesa por mesa.
Uma mesa que virou duas contas, duas mesas que viraram uma só na saída — a conta acompanha por mesa ou por pessoa, com divisão e junção na hora.
O que o garçom lança no celular chega junto na comanda impressa e na tela da cozinha — sem intermediário, sem esquecimento no meio do caminho.
Casa noturna fecha tarde, com o caixa girando a noite inteira: sangria para guardar o dinheiro que já entrou, suprimento quando falta troco, e no fim do turno, o fechamento cego — quem está fechando o caixa conta o dinheiro sem ver quanto o sistema esperava encontrar. A diferença aparece depois, no relatório, e é aí que ela serve para alguma coisa.
Abre o caixa, registra o suprimento inicial. Cada mesa nova já entra no mapa do salão.
Sangria retira o dinheiro acumulado do caixa sem parar o atendimento. A casa continua vendendo.
O pedido, a comanda e a impressão continuam gravando no computador da própria casa. Só a nota fiscal e o pagamento dependem da internet — e voltam sozinhos quando ela volta.
Fechamento cego: quem conta o dinheiro não vê o valor esperado. O relatório do turno mostra a diferença depois, sem influenciar quem contou.
Bar bom não roda com o mesmo time todo dia da semana. Terça é uma dupla no salão, sexta são seis garçons, sábado tem reforço até de madrugada. O cadastro de colaboradores acompanha isso: cada pessoa entra no sistema com o próprio acesso, e o dono ou o gerente sabe quem lançou qual pedido, sem depender de reconhecer a letra na comanda de papel.
Isso importa quando dá diferença no caixa ou quando uma mesa reclama de um item que não pediu — dá para saber exatamente por onde o pedido passou, sem terceirizar a dúvida para "foi algum dos garçons".
Quem soma a conta é o servidor, não o aparelho na mão do garçom ou a tela na mesa. O celular manda o que foi pedido; quem calcula o valor é o sistema, com o preço que está cadastrado. Isso importa mais numa casa cheia, com gente entrando e saindo de mesa em mesa — não existe brecha para um valor errado sair de um aparelho fora do seu controle.
Sim. A mesa não é um número fixo no sistema — pessoas e pedidos entram e saem dela, e a conta acompanha por mesa ou por pessoa, com divisão e junção quando for a hora de fechar.
Sim, na hora de fechar. É comum em bar: um grupo que ocupou duas mesas quer uma conta única no fim da noite.
O pedido, a comanda, a impressão e o caixa continuam gravando na própria casa. Só a nota fiscal e o pagamento falam com a internet — e voltam sozinhos quando ela volta.
Com fechamento cego: quem fecha o turno conta o dinheiro sem ver o valor que o sistema esperava. A diferença aparece no relatório, sem influenciar a contagem.
Não. O pedido é lançado no próprio celular do garçom, na mesa, e cai direto na comanda e na cozinha.
Sim — observação por pessoa na linha do pedido, útil quando cada um pede o drink de um jeito.
Sim. Cada colaborador entra no sistema com o próprio acesso, e o pedido fica ligado a quem lançou.
Uma conversa curta no WhatsApp já mostra o sistema rodando, mesa por mesa.