Cardápio digital

O cliente pede sem baixar nada, e o preço não vem do celular dele

O QR da mesa abre o cardápio no navegador. Quem calcula o valor final é o servidor do restaurante, não o aparelho do cliente.

Sem aplicativo, sem cadastro

O cliente aponta a câmera para o QR da mesa e o cardápio abre direto no navegador do celular. Não tem app para baixar, não tem loja para abrir, não tem conta para criar. Quem quer pedir, pede — quem só quer olhar o cardápio, olha e não deixa rastro nenhum.

Isso tira uma fricção que qualquer garçom já viu na prática: cliente que desiste de pedir pelo celular porque precisa baixar um aplicativo de vinte megabytes só para ver o cardápio de uma mesa. Aqui é câmera, QR, cardápio — sem passo no meio.

Quem prefere não usar o próprio celular tem o tablet na mesa ou no salão, com o mesmo cardápio e os mesmos preços.

O preço é calculado no servidor, não no celular do cliente

O aparelho do cliente manda só o que foi escolhido. Quem soma o valor, aplica os opcionais e fecha o total é o servidor do restaurante, com o preço que está cadastrado na casa — isso não é só um detalhe técnico.

Um cardápio que calcula o preço no próprio aparelho pode ser mexido por qualquer pessoa que sabe abrir o navegador: mudar um número na tela, forçar um total menor. No Gustora o celular do cliente não decide preço nenhum, só escolhe o prato. A conta que chega na cozinha e no caixa é sempre a que está cadastrada na casa — nunca a que apareceu na tela de alguém.

Para você isso significa uma coisa simples: pode confiar no total que fecha no caixa. Não existe um caminho, por mais torto que seja, em que o cliente saia pagando menos do que o prato vale porque mexeu em alguma coisa no navegador dele.

Complementos, opcionais e observação por pessoa

Cada prato pode ter complementos e opcionais com preço próprio — molho extra, borda diferente, ponto da carne, tamanho da porção. O cliente escolhe na tela e o valor entra certo na comanda, sem o garçom ter que lembrar de avisar a cozinha.

Numa mesa de seis, cada prato pode levar uma observação diferente: sem pimenta para um, ponto mal passado para outro. A observação fica junto do item, pessoa por pessoa, não solta num campo de texto geral no fim do pedido.

Como começar

01

Cadastre o cardápio

Prato por prato, com fotos, descrição, complementos e opcionais — cada um com seu preço.

02

Gere o QR de cada mesa

Cada mesa recebe o próprio código. O cliente aponta a câmera e cai direto no cardápio dela.

03

Deixe o tablet como opção

Quem não quer usar o celular pessoal pede pelo tablet do salão, com o mesmo cardápio e os mesmos preços.

04

Acompanhe o pedido chegando

Assim que o cliente confirma, o pedido cai na comanda do garçom e na cozinha — sem passar por papel.

Perguntas frequentes

O cliente precisa baixar algum aplicativo?

Não. O cardápio abre no navegador do próprio celular, direto pelo QR da mesa. Não tem app, não tem cadastro.

O cardápio digital funciona se a internet da casa cair?

O cardápio abre pela internet do celular do cliente. Se a rede da casa cair, comanda, cozinha e caixa continuam funcionando normalmente — só a nota fiscal e o pagamento dependem da conexão.

Dá para o cliente pedir mais barato mexendo no celular?

Não. Quem calcula o preço é o servidor do restaurante, com o valor cadastrado na casa. O aparelho do cliente só informa o que foi escolhido.

Cada prato pode ter várias opções com preço diferente?

Sim. Complementos e opcionais têm preço próprio, escolhidos na tela pelo cliente, e entram certos na comanda.

Posso usar tablet em vez de depender do celular do cliente?

Sim. O tablet fica disponível na mesa ou no salão, com o mesmo cardápio e os mesmos preços do QR.

O pedido feito pelo QR cai direto na cozinha, sem o garçom digitar de novo?

Sim. O pedido do cliente vai para a mesma comanda que o garçom usa — a cozinha recebe uma vez, não duas.

Quer ver o QR abrindo o cardápio na sua mesa?

Manda mensagem e a gente mostra o cardápio digital funcionando, com o preço calculado do jeito certo.