Ela conversa no número oficial de WhatsApp do seu restaurante, tira as dúvidas mais comuns do cliente e anota a reserva — sem ninguém da equipe largar o salão para atender o celular.
A Alina é a gente montando um atendimento de WhatsApp para a sua casa — não um aplicativo que você mesmo ativa e configura. A conversa acontece no número oficial de WhatsApp Business do restaurante, o mesmo que já está no cartão de visita e na fachada. Não existe um número paralelo para o cliente decorar, e não existe um celular físico largado numa gaveta com o chip da casa.
Isso resolve um problema concreto de sábado à noite: o telefone toca no meio do movimento, ninguém tem mão livre para atender, e o cliente do outro lado desiste e liga para outro lugar. Com a Alina, a conversa continua acontecendo mesmo com o salão lotado — ela responde na hora, de dia ou de madrugada.
Duas coisas, bem definidas. Primeiro, ela responde às perguntas que se repetem todo dia: horário de funcionamento, se tem estacionamento, se aceita determinada forma de pagamento, onde fica a casa. São as perguntas que hoje caem na mesma pessoa, sempre no pior momento do turno.
Segundo — e é o principal —, ela toma a reserva de mesa direto na conversa: pergunta a data, o horário, quantos adultos e quantas crianças vão sentar à mesa. Quando o cliente pede para ver o cardápio antes de decidir, ela manda o link do cardápio digital, o mesmo que abre pelo QR das mesas.
A reserva sai anotada, com os dados que o salão precisa para separar a mesa certa — sem o cliente esperar alguém livre para atender o telefone, e sem a equipe ter que parar o serviço para escrever um recado.
A Alina fica só na conversa de reserva e nas perguntas comuns. Ela não é ligada ao caixa nem ao sistema de venda da casa: o que acontece no salão — o que cada mesa consome, o fechamento do dia — segue exatamente como já funciona hoje, sem depender dela.
Ela também não atende por voz nem por telefone: é texto, só no WhatsApp. Não é uma inteligência que promete cobrir qualquer assunto fora do que foi combinado com a sua casa, e não existe cifra de acerto para divulgar — o trabalho dela é objetivo, não estatístico.
Um ponto que vale registrar com clareza: conversar pelo WhatsApp oficial tem um custo por conversa, cobrado pela própria plataforma. Por isso a gente não promete conversa ilimitada nem sem custo — o valor da Alina entra na conversa comercial, junto com o resto.
A gente entende o que mais se repete no seu WhatsApp hoje: dúvidas de horário, de local, de reserva.
A Alina passa a responder pelo WhatsApp Business que já é da casa — nenhum número novo para divulgar.
Horário, capacidade da casa, o que ela pode e não pode prometer — tudo combinado antes de ir ao ar.
A partir daí, cada reserva feita pela conversa já chega com data, horário e o tamanho da mesa.
A Alina não é uma ideia no papel: ela atende hoje no WhatsApp do Mon Cheri Bistro, em Pomerode, SC — a mesma casa que aparece nos depoimentos. É a mesma lógica de todo o resto do Gustora: o que a gente vende é o que a gente já usa na própria operação, todo dia, num sábado de casa cheia de verdade.
Não. Ela fica só na conversa de reserva e nas dúvidas mais comuns. O que acontece dentro do salão continua exatamente como já funciona hoje, sem nenhuma ligação entre ela e o caixa.
Só texto, dentro do WhatsApp. Não tem ligação de voz nem atendimento por telefone.
Não. Ela responde pelo mesmo número oficial de WhatsApp que a sua casa já usa hoje.
Não. Ela trata do que foi combinado com a sua casa na hora de montar — as perguntas que mais se repetem e a reserva de mesa. Fora disso, a conversa segue para alguém da equipe.
Não prometemos isso. O WhatsApp oficial tem custo por conversa, cobrado pela plataforma, e esse custo entra na conversa comercial junto com o resto.
Não é um produto de autoatendimento. A gente monta a Alina para a sua casa, conversa a conversa, e ajusta com você antes de colocar no ar.
Manda mensagem e a gente mostra a conversa real, com a reserva sendo anotada na hora.