Tamanho, borda e adicional com preço próprio — e o cupom sai pro forno sem alguém correr até a cozinha avisar.
Tem gente sentada esperando a pizza grande de calabresa. Ao mesmo tempo, chegam três pedidos de delivery pelo cardápio — um deles a quinze minutos de distância, outro na esquina. Se o salão e o delivery forem duas telas separadas, alguém tem que ficar correndo entre uma e outra para saber a ordem certa de assar.
No Gustora, os dois entram na mesma fila da cozinha. Não importa se o pedido veio do QR da mesa 4 ou do cardápio de delivery: assim que fecha, o cupom sai impresso na impressora da cozinha, na ordem em que chegou.
O mapa do salão mostra qual mesa já está livre para o próximo grupo, desenhado do jeito que a própria pizzaria organiza o espaço — não um layout genérico importado de fora.
Uma fila. Um forno. Ninguém decide de cabeça quem assa primeiro.
Grande, média, broto — cada tamanho tem o valor próprio cadastrado. Borda recheada, adicional de queijo, embalagem para viagem: cada opcional soma o que realmente custa, sem depender de conta de cabeça no balcão.
Quem janta no salão fecha a conta por mesa ou por pessoa, com divisão e junção na hora — a pizzaria não precisa de um sistema à parte só porque atende os dois formatos, sentado e delivery.
Tamanho, borda, adicional — cada escolha do cliente já soma o valor certo antes de chegar na cozinha.
Comanda fechada, cupom impresso na cozinha — sem alguém gritando o pedido do salão para quem monta o delivery.
O celular manda só a escolha; quem soma o valor é o servidor. Ninguém adultera um adicional pelo navegador.
A entrega cai numa zona cadastrada, com a taxa que corresponde a ela — não é um valor fixo para qualquer distância.
O cliente já vê quanto tempo leva antes de confirmar o pedido, não depois.
Junto com os pedidos do salão, na ordem em que chegaram.
Salão e delivery no mesmo relatório do dia — sem somar duas planilhas separadas no fim da noite.
Casa pequena com uma internet que cai toda hora, ou rede grande com servidor próprio: o Gustora roda dos dois jeitos e acompanha o crescimento da casa. É o mesmo programa rodando na nuvem ou no computador da própria pizzaria.
A gravação acontece na máquina do caixa, num banco local — por isso salão, cozinha e delivery continuam funcionando mesmo com a rede fora do ar. Só nota fiscal e pagamento dependem de internet.
No fechamento, o relatório sai por dia e por turno, já somando salão e delivery juntos — sem depender de alguém bater duas planilhas na mão no fim da noite.
Dos dezesseis módulos da operação, apenas dois falam com a internet — nota fiscal e pagamento. Os outros catorze continuam gravando na própria casa, comanda, cozinha e caixa inclusive. Um teste automático reprova o sistema se algum módulo de operação passar a depender da rede.
A nota fiscal que não conseguiu sair na hora é emitida em contingência e reenviada sozinha assim que a rede volta. O caixa não trava esperando isso, e o forno também não.
A taxa da maquininha fica gravada no momento do pagamento, seja da mesa ou do delivery. Mudou o percentual da credenciadora amanhã? O relatório de sexta continua mostrando exatamente o que aconteceu naquela noite.
Sim. Os dois entram na mesma fila da cozinha, na ordem em que chegaram, cada um marcado de onde veio.
Sim, tamanho, borda e adicional são cadastrados com valor próprio, e o cliente vê o total antes de confirmar.
Por área cadastrada. O endereço do cliente cai numa zona com taxa e prazo definidos, não um valor fixo para qualquer distância.
Sai sozinho, assim que o pedido é fechado — de mesa ou de delivery.
Não. Só nota fiscal e pagamento dependem da rede; pedido, cozinha e caixa continuam gravando localmente.
Sim, o fechamento do dia junta os dois — não são dois sistemas separados para somar depois.
Não. Roda na nuvem ou no computador da própria pizzaria — é o mesmo programa, e a gravação fica sempre na máquina do caixa.
Uma conversa de quinze minutos mostra o Gustora rodando com salão e delivery juntos, de verdade.