Ponto da carne na linha do pedido, adicional com preço certo, e a conta de quanto custa de verdade cada lanche.
Hora do almoço, balcão cheio. Um cliente quer o smash bem passado, outro ao ponto, um terceiro pede sem cebola e com bacon duplo. Numa comanda de papel, esses detalhes se perdem entre um pedido e outro — e voltam errados da cozinha.
No Gustora, o ponto da carne é uma opção na própria linha do pedido, junto com os adicionais. Cada lanche sai da cozinha com exatamente o que foi pedido, sem depender de alguém lembrar de gritar a observação.
O ritmo não cai porque o detalhe está no lugar certo, não na cabeça de quem atende. É a diferença entre um balcão que trava na hora do pico e um que continua no mesmo ritmo do início ao fim.
Bacon duplo, ovo, queijo extra — cada adicional tem o preço próprio cadastrado, e entra na conta assim que o cliente escolhe. Ninguém cobra "no olho" um adicional que devia ter valor.
Quem janta sentado também tem mesa no sistema, com mapa do salão desenhado pela própria casa e conta que fecha por mesa ou por pessoa — sem depender de outro programa só porque parte do movimento é balcão e parte é salão.
Ponto da carne, molho, adicional — tudo junto no item, sem observação solta que se perde a caminho da cozinha.
Salão, balcão e delivery no mesmo fluxo, sem mudar de tela quando muda o tipo de pedido.
O celular do atendente manda só a escolha; quem soma o valor certo é o servidor.
Hamburgueria de rua com um computador só no balcão, ou rede com várias unidades: o Gustora roda na nuvem ou no computador da própria casa, sem virar um sistema diferente para cada tamanho de operação.
A gravação fica na máquina do caixa, num banco local. É por isso que uma internet ruim no horário de pico não trava o pedido — só nota fiscal e pagamento esperam a rede voltar.
O relatório do dia e do turno sai pronto no fechamento, com o que vendeu e o que ainda está no estoque, sem depender de contagem manual.
Pão, carne, queijo, bacon em dobro, molho da casa, batata e refrigerante — cada um desses itens tem um custo que muda toda vez que você compra insumo. Sem ficha técnica, o preço do combo nasce de um cálculo feito uma vez, há meses, e nunca mais revisado.
No Gustora, cada item do cardápio tem uma ficha técnica com os insumos que entram nele. A cada compra, o custo médio ponderado do insumo é atualizado. Quando o preço do bacon sobe, a ficha técnica do combo com bacon duplo já reflete isso — e o estoque baixa sozinho a cada venda, sem contagem manual no fim do dia.
É o tipo de número que separa um combo que parece vender bem de um que, olhando de perto, mal cobre o insumo.
A mesma lógica vale para o cartão: a taxa da maquininha é gravada no momento do pagamento. Se a credenciadora mudar o percentual amanhã, a margem calculada de hoje continua correta no relatório — ela não é reescrita depois.
Cada compra atualiza o custo médio ponderado daquele insumo — carne, pão, molho, o que for.
Cada lanche do cardápio tem os insumos ligados a ele, com a quantidade exata que leva.
Balcão, mesa ou delivery, a linha do pedido carrega o que o cliente escolheu.
Cada venda desconta o insumo da ficha técnica, sem contagem manual no fechamento.
Sim. O ponto é uma opção na própria linha do item, junto com os adicionais — não é um campo separado que atrasa o lançamento.
Pela ficha técnica ligada ao item, com o custo médio ponderado de cada insumo atualizado a cada compra.
Sim, a baixa é automática na venda, seguindo a ficha técnica do item.
Sim, os três fluxos usam a mesma comanda e o mesmo cardápio, sem trocar de tela.
Não. Só nota fiscal e pagamento dependem da rede; pedido, cozinha e estoque continuam gravando localmente.
Não. Roda na nuvem ou no computador da própria casa — é o mesmo programa, e a gravação fica sempre na máquina do caixa.
Uma conversa de quinze minutos mostra o Gustora rodando, do pedido no balcão até o custo real do lanche.